Publicação / MARCHA POPULAR PELO CLIMA

MARCHA POPULAR PELO CLIMA

QUE TAL COLOCARMOS A MÃO NA MASSA PARA CONSTRUIR A MARCHA POPULAR PELO CLIMA NO RIO DE JANEIRO?

O Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social do Rio de Janeiro convida todos/as para a MARCHA POPULAR PELO CLIMA 2017. 


Fórum de mudanças Climáticas e Justiça Social RJ

Há um entendimento geral que somente um poderoso movimento de massas global será capaz de destravar a inércia imposta pelas corporações capitalistas (petroquímicas, mineradoras, montadoras de automóveis, bancos que detêm o seu controle acionário, etc.) e desfazer as falsas promessas/acordos realizados no âmbito das COPs - muitas das metas são ineficientes, tímidas ou nem se quer são cumpridas. Em outras palavras, nada é tão ruim que não possa piorar, tendo em vista o anúncio recente de Trump que retira os EUA do Acordo de Paris. Em 2015 realizamos uma bonita marcha no Rio, que contou com a participação de diferentes organizações e esse ano estamos iniciando a articulação e construção com antecedência para darmos conta do desafio!!!

++ O que é exatamente a Macha Popular pelo Clima?

As principais organizações, movimentos sociais, entidades e pesquisadores com atuação na temática socioambiental decidiram concentrar nesse dia atos descentralizados em todo o mundo como forma de denúncia e visibilização da preocupante crise climática global. Cabe aos múltiplos sujeitos coletivos, da classe trabalhadora aos diversos grupos políticos e culturais do país (indígenas, negrxs, camponeses, quilombolas, caiçaras, mulheres, LGBTs, etc) se mobilizar para conceber e implementar novas maneiras de viver, e ao mesmo tempo exigir das autoridades governantes medidas efetivas para a promoção de uma vida digna em ambientes dignos, que entendemos como um direito de todos e todas. 

++ Porque devemos nos engajar?

Queremos o respeito por todos os seres humanos e por todas as demais forma de vida de nosso planeta, nos levantamos contra as atividades econômicas que, em nome de uma suposta ideia de desenvolvimento, estão irresponsavelmente destruindo nossa "casa comum", expropriando a população das periferias das cidades, indígenas, quilombolas, camponeses, caiçaras e demais povos tradicionais de suas terras, de modo cada vez mais acelerado, violento e irreversível. A marcha tem como um dos seus principais objetivos, incluir a questão das mudanças climáticas globais e suas implicações locais como pautas absolutamente prioritárias na agenda pública, bem como a busca por justiça social e ambiental.


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